Os jornalistas Guilherme Henri e Priscilla Peres assinam matéria sobre a conquista do 2o. lugar no Prêmio Águas Guabiroba de Jornalismo Ambiental pela equipe do Campo Grande News.

- Jornalista Chloé Pinheiro recebendo o prêmio na noite deste sábado (fotografia de Priscilla Peres)
O Campo Grande News conquistou o segundo colocado na 7ª edição do Prêmio Águas Guariroba de Jornalismo Ambiental. Na categoria webjornalismo, com a reportagem “Saneamento ajuda, mas não é suficiente para salvar córregos de Campo Grande” as jornalistas Luana Rodrigues e Chloé Pinheiro faturaram R$ 3 mil, na premiação que foi entregue, na noite deste sábado (5), no Yotedy.
Nesta edição foram mais de 80 inscritos. O primeiro colocado na categoria webjornalismo foi o jornalista Anderson Viegas, do G1 MS, com a reportagem “Campo Grande tem 3ª maior evolução entre Capitais em cobertura de esgoto, que levou para casa R$ 7 mil.
No total foram distribuídos R$ 50 mil em prêmios aos primeiros e segundos colocados das categorias: fotojornalismo, jornal impresso, webjornalismo, telejornalismo e radiojornalismo. Além da premiação em dinheiro, todos os ganhadores receberam troféus.
O objetivo do prêmio, conforme a Águas Guariroba, é incentivar a produção de reportagens sobre saneamento básico e valorizar e reconhecer a importância do trabalho do profissional de imprensa na difusão de conhecimento em busca da sustentabilidade.

A Comissão Julgadora do Prêmio Águas Guariroba de Jornalismo Ambiental definiu os finalistas da edição de 2016, que vai distribuir R$ 50 mil em dinheiro para as melhores reportagens sobre saneamento em Campo Grande.
Jornalistas ambientais compartilharam com participantes do curso do NEJ-RS os resultados de suas análises de coberturas da imprensa e sua experiência profissional
Entre 13h e 19h, com transmissão ao vivo pela TV PUC-Rio, os palestrantes compartilharão informações sobre os oceanos e sua biodiversidade, assim como sobre os desafios e caminhos da comunicação ambiental no cenário atual.
Para Dal Marcondes, presidente da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental: O jornalismo ambiental já atingiu uma grande maturidade no Brasil. Isso graças a esforços pessoais e coletivos, para os quais a Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental e seus membros muito contribuíram, seja nas salas de aulas, em seminários e congressos nacionais e internacionais, e no puro e simples exercício do jornalismo. Agora precisamos nos aliar a outras redes de jornalistas e buscar avançar ainda mais no direito da sociedade à informação qualificada e acessí
O curso para jornalistas e estudantes é gratuito. O público interessado deve preencher um formulário para
No próximo dia 27, às 10h na Umapaz (pq. Ibirapuera, em São Paulo, SP), haverá um painel com jornalistas que não se contentam em correr atrás de boas fontes; eles buscam também novas tecnologias, abordagens, narrativas e até novos modelos de negócio para o Jornalismo Ambiental – profissão que tem papel-chave para uma virada à sustentabilidade.
Laise Feijó, do curso de Comunicação Social da UNISINOS, publicou matéria no site da UNICOS (Unisinos Comunicação Social) sobre o evento que debateu o papel social do Jornalismo para a democracia, considerando-o como um dos agentes no processo de comunicação de riscos e na cobertura dos conflitos ambientais. O seminário de dois dias foi promovido pelo PPGCOM/UFRGS – Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da UFRGS nos dias 16 e 17 de junho de 2016.