O curso Fact-checking: a ferramenta para combater notícias falsas está sendo organizado pela Associação Nacional dos Jornais (ANJ) e pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas da Universidade do Texas em Austin, graças ao apoio do Google News Lab.
É um curso gratuito e aberto, qualquer interessado em checagem de discurso público pode participar. Neste curso você vai aprender sobre as técnicas e metodologias por trás do fact-checking, acompanhará os bastidores de alguns dos trabalhos de maior repercussão da agência Lupa e verá, por meio de exercícios práticos, que qualquer um pode (e deve) ser um checador.
O curso será ministrado por Cristina Tardáguila tem 37 anos, fundadora e diretora da Agência Lupa. Nasceu em Belo Horizonte e cresceu no Rio de Janeiro. É graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pós-graduada – também em Jornalismo – pela Universidad Rey Juan Carlos, em Madrid, na Espanha e, ainda em 2017, termina um MBA em Marketing Digital pela Fundação Getulio Vargas. Desde novembro de 2015, Cristina dirige a Agência Lupa, a primeira agência de fact-checking do Brasil. Em seu currículo como repórter e editora, acumula passagens pelos jornais O Globo (RJ) e Folha de S.Paulo (SP), além da revista piauí. É autora do livro “A arte do descaso” (Intrínseca), que conta a história do principal roubo de arte do Brasil.

Em cerimônia realizada na Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre, nesta terça-feira (4/4), foi lançada a quarta edição do Prêmio José Lutzenberger de Jornalismo Ambiental. Os organizadores prometem prêmios de até R$ 5 mil reais aos vencedores. As inscrições vão até 31 de agosto de 2017.
O NEJ-RS – Nucleo de Ecojornalistas do Rio Grande do Sul reiniciou em fevereiro os debates públicos chamados de Terças Ecológicas, realizados normalmente em espaço da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Não é necessário ser membro do SEJ – Sociedade de Jornalistas Ambientais ou um especialista em meio ambiente para concorrer ao prêmio da Sociedade que tem sede em Jenkintown, Pensilvânia, nos Estados Unidos.
As atividades envolvendo os 18 anos do curso de Jornalismo da Unochapecó terminaram em comemoração. Na última segunda-feira (20/2/2017), profissionais e estudantes tiveram seus trabalhos reconhecidos através da entrega do VIII Prêmio Unochapecó-Caixa de Jornalismo Ambiental. A premiação de R$ 10 mil reais foi dividida em duas categorias: profissional e acadêmico.
A Earth Journalism Network (EJN), um fundo para a promoção e o desenvolvimento do jornalismo ambiental, oferece bolsas para a produção de reportagens sobre ameaças à biodiversidade global ou sobre novas soluções para a conservação ambiental. As propostas de pauta devem ser inscritas até 17.fev.2017.
A entidade World Press Institute of Journalism oferece uma bolsa para interessados em aprofundar conhecimentos sobre jornalismo dos Estados Unidos. O programa é voltado para profissionais experientes, e consiste em uma agenda de estudos, viagens e entrevistas por todo o país.
A Fundação do Meio Ambiente (Fatma) e a Engie Energia anunciaram nesta segunda-feira, 21, os finalistas da 9ª edição do Prêmio Fatma de Jornalismo Ambiental. A premiação reconhece as melhores matérias jornalísticas sobre meio ambiente publicadas na imprensa catarinense em quatro categorias: mídia impressa, mídia eletrônica, internet e fotojornalismo. Além dos finalistas, o júri também selecionou alguns trabalhos e veículos que irão receber menção honrosa por participação. Os vencedores serão conhecidos durante jantar de premiação em 1º de dezembro, em Florianópolis.
Há um ano, os olhos do mundo se voltaram para a Conferência ONU sobre o Clima (COP21), em Paris, para ver assinado um Acordo Global do Clima que dará início a uma nova fase no combate ao aquecimento global e suas consequências.