O endereço com todas as informações do Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental é www.cbja.com.br. As inscrições gratuitas estão abertas. O evento vai se realizar em São Paulo nos dias 9 e 10 de agosto de 2019. É organizado pela Envolverde e a Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental.
Inscrições abertas e gratuitas para o Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental

As inscrições estão abertas para o Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental 2019 que será realizado pela Envolverde e Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental em São Paulo nos próximos dias 9 e 10 de agosto. O evento acontecerá no UNIBES Cultural.
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Publico.pt diz que ‘Ser jornalista de ambiente já é quase tão perigoso como ser repórter de guerra’
O jornal-web Publico.pt divulgou nesta segunda-feira (17/6/2019) matéria não assinada sobre o trabalho do jornalista na cobertura de questões ambientais. O trabalho chega a conclusão que ‘ser jornalista de ambiente já é quase tão perigoso como ser repórter de guerra’.
Público é um jornal diário de grande informação, orientado por critérios de rigor e criatividade editorial, sem qualquer dependência de ordem ideológica, política e económica, diz o próprio.
Artigo: O jornalismo ambiental e a regra de ouvir os dois lados, de Roberto Villar
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jornalista, doutorando em Comunicação e professor na UNIRITTER, em Porto Alegre, RS, Roberto Villar Belmonte , acaba de publicar o artigo ‘O jornalismo ambiental e a regra de ouvir os dois lados’ no site que reúne colaborações de pesquisadores sobre o tema. O site do Grupo de Pesquisa em Jornalismo Ambiental tem publicado interessantíssimos trabalhos sobre o dia-a-dia da imprensa quando trata de temas relacionados com questões ambientais. Ver em jornalismoemeioambiente.com.
Nem sempre deve-se ouvir os dois lados, afirma o professor em seu texto.
Citando escrito do jornalista André Trigueiro, Villa afirma que “Em um programa sério sobre crise climática, não é possível abrir espaço para os negacionistas, defende acertadamente Trigueiro, que também é professor de jornalismo ambiental na PUC- Rio. Os negacionistas são animadores de plateia pagos para desinformar, como mostrou reportagem de Patrícia Mello e Avener Prado em um dos capítulos do especial Crise do Clima publicado em 2018 pela FSP.”
Anunciada a realização do VII Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental
Reserve a data: o VII Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental / CBJA 2019 será em São Paulo nos dias 9 e 10 de agosto de 2019. Agende-se desde já. Será uma grande oportunidade de encontrar de forma presencial os jornalistas que trabalham com as pautas ambientais em um ano que apresenta grandes desafios para a prática do jornalismo e para as políticas públicas em meio ambiente.
O evento é uma realização da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental e Instituto Envolverde e vai acontecer com o apoio da Unibes Cultural, um importante ponto de cultura e sustentabilidade.
Programação – A organização está trabalhando para construir uma programação de alta relevância para o momento atual. Serão disponibilizados horários para a realização de Rodas de Conversa sobre os mais diversos temas e uma equipe de curadores irá selecionar propostas para essas Rodas.
Mais detalhes nos próximos dias.
Artigo: Patrícia Kolling analisa jornalismo e as questões culturais indígenas
A doutoranda em Comunicação pela UFRGS, Patrícia Kolling, também professora da UFMT, publicou nota no Observatório de Jornalismo Ambiental / Grupo de Pesquisa em Jornalismo Ambiental analisando duas matérias sobre a cultura indígena. Uma publicada no G1, na semana passada, Índios usam tablets, celulares e drones para monitorar castanhais e mapear áreas de coleta em MT e a outra publicada no El País, Por que os indígenas são a chave para proteger a biodiversidade planetária .
Jornalismo com posições

Débora Gallas/ perfil no Facebook
O Grupo de Pesquisa em Jornalismo Ambiental acaba de publicar mais um artigo em sua página – Débora Gallas Steigleder divulgou o artigo: Por que o jornalismo deve se posicionar diante da ameaça à vegetação nativa no Brasil na página do grupo. Trata-se de parte do projeto Observatório de Jornalismo Ambiental.
Débora é jornalista e doutoranda em Comunicação na Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS. Recebe bolsa do CAPES.
Para a articulista, abordando o ‘fazer jornalismo’, “a fonte especialista tem autoridade a partir do seu saber científico, mas diversos outros atores sociais também podem argumentar contra a proposta a partir de seus saberes”.
Prêmio José Lutzenberger de Jornalismo Ambiental lança nova edição – Brasken ataca o consumismo e a ARI defende um jornalismo de qualidade
O Prêmio José Lutzenberger de Jornalismo Ambiental chega a sua 6ª edição, valorizando reportagens que abordam ações positivas pela preservação do meio ambiente. O prêmio, promovido pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES/RS), Associação Riograndense de Imprensa (ARI) e a empresa Braskem recebe inscrições a partir de 14 de maio.
Podem concorrer trabalhos de jornalistas profissionais que atuam no Rio Grande do Sul e tenham feito reportagens relacionadas ao meio ambiente publicadas entre 1º de julho de 2018 e 30 de junho de 2019. Estudantes de jornalismo de universidades gaúchas concorrem em uma categoria especial. Continuar a ler
Revista ECO21 lança financiamento coletivo
A Revista ECO21 abriu a possibilidade de receber ajuda via financiamento coletivo sediado no Catarse.
A revista foi criada em 1990 para ampliar o conhecimento sobre temas ambientais no Brasil e no Rio de Janeiro em especial. A cidade receberia dois anos depois a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, também conhecida como Cúpula da Terra ou Rio 92.
Por iniciativa dos jornalistas Lucia Chayb e René Capriles, a revista continua sendo editada e mensalmente oferece o que considera de mais importante sobre meio ambiente no Brasil e no mundo, por meio de um olhar atento e profissional e conhecimento dos temas.
Os recursos dessa captação serão utilizados para modernizar a presença da ECO21 na internet e ampliar seu alcance junto aos leitores de todo o Brasil, em um momento em que a informação qualificada ganha relevância extra frente ao grande volume de dados fora de contexto e falsos que assolam a sociedade.
- Colabore com o fortalecimento da Revista ECO21 e sua evolução no ano em que completa 3 décadas de jornalismo
- Site do Financiamento Coletivo SOS Revista ECO21
Grupo de Pesquisadores lança o Observatório de Jornalismo Ambiental
Como primeira matéria do Observatório de Jornalismo Ambiental, o Grupo de Pesquisadores em Jornalismo Ambiental publicou nesta segunda-feira (15/4) a primeira matéria, de autoria do jornalista, professor e doutorando em comunicação Roberto Villar Belmonte. Na matéria, intitulada “Agrotóxicos: qual a função e o limite do jornalismo?“, Belmonte analisa o conteúdo da série de reportagens veiculadas no Globo Rural, de 31 de março e 7 de abril produzidas no Paraná.
Para o autor, “as reportagens abrem com a vinheta do Globo Natureza, sugerindo ao telespectador que a perspectiva apresentada seria a da natureza ou ambiental”. “No entanto”, observa, “o enquadramento foi o do Agro é Pop: a Indústria-Riqueza do Brasil, campanha publicitária em prol do agronegócio exibida no horário nobre da emissora”.
Para o professor, “O programa comprou a resposta da indústria: O Brasil tem problemas com agrotóxicos – quase 40 mil casos de intoxicações notificados entre 2007 e 2017 – porque os agricultores usam errado o veneno.”.
