
A Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma) e a Engie Energia anunciaram nessa quinta-feira, 7, os vencedores da 10ª edição do Prêmio Fatma de Jornalismo Ambiental. Neste ano, a premiação recebeu 92 inscritos. A premiação reconheceu as melhores matérias jornalísticas sobre meio ambiente publicadas na imprensa catarinense em cinco categorias: mídia impressa, telejornalismo, radiojornalismo, internet e fotojornalismo. Além dos vencedores regionais e estaduais, o júri também selecionou alguns trabalhos e veículos que receberam menção honrosa por participação.
Durante a cerimônia, o presidente da Fatma, Alexandre Waltrick Rates, ressaltou a importância do trabalho da imprensa catarinense. “Os jornalistas têm um papel fundamental no processo de educação ambiental. Parabenizo todos vocês pelos trabalhos vencedores e agradeço pelo interesse na cobertura de matérias sobre meio ambiente”, comentou.


O jornalismo deixou de ser um elemento de apoio para causas, para tornar-se ele mesmo uma causa. A sociedade precisa de jornalismo independente e é preciso pagar por isso.
O Observatório de Imprensa publicou na última sexta-feira o artigo Carta aos Estudantes de Jornalismo de Minas Gerais. O texto, de autoria do estudante de Jornalismo Yago Sales e da Juliana Junqueira, jornalista, mestre em Comunicação e professora de Jornalismo, lançam um manifesto a favor da prática de um jornalismo feito com indignação na cobertura do desastre de Mariana.
Para o site Mídia e Amazônia a cobertura da imprensa brasileira à visita da presidente brasileira Dilma Roussef ao presidente norte-americano Barack Obama, recentemente, quando tratou de compromissos para o combate às mudanças climáticas, o que envolve a parada do desmatamento da região norte do pais, foi ‘desatenta’. A publicação mostra em gráficos que a maioria das matérias publicadas em 44 jornais brasileiros teve como fonte o governo brasileiro.

