A conferência de abertura, nesta sexta-feira, dia 19, será proferida pelo jornalista Washington Novaes, o qual tratará do tema do congresso que é “Jornalismo e Desenvolvimento com Sustentabilidade”. A realização é do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Goiás, com apoio da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). Continuar a ler
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Prêmio Rey de Espanha: prêmio para Jornalismo Ambiental é de 6 mil euros
20º Congresso Estadual dos Jornalistas de Alagoas debate as contribuições para o desenvolvimentos sustentável
6º Congresso Estadual sobre ´Jornalismo e Meio Ambiente´ em Goiás
O Sindicato dos Jornalistas de Goiás realiza, entre os dias 17 e 19 de agosto, o 6º Congresso Estadual dos Jornalistas de Goiás, na Assembleia Legislativa. “Jornalismo e o Meio Ambiente” será o tema deste ano.
Prêmio Octávio Brandão reconheceu os melhores no jornalismo ambiental

Jornalismo Ambiental em debate dia 31/7, no RJ, com transmissão na Internet
Na próxima terça-feira, 31/7, o Museu do Meio Ambiente recebe as presenças ilustres de Kiko Brito, ex-diretor de comunicação do Greenpeace Brasil e Eduardo Pegurier (foto), editor do site O eco e professor de jornalismo da PUC-RJ.
O tema debatido é de extrema relevância: Como a mídia vem tratando o tema “Meio Ambiente” no Brasil e no Mundo? Continuar a ler
Profissionais de jornalismo criam Núcleo de Ecojornalistas do Amazonas
Jornalismo ambiental sofre com profissionais despreparados
Matéria de Vinícius Pereira, para a Agência Universitária de Notícias, da USP, resgata a tese de doutorado de Maria Daniela de Araújo Viana. Veja a matéria. Acesse a íntegra do trabalho de Maria Daniela, já divulgado no Jornalismo Ambiental no Brasil e no Mundo, aqui.
Congresso de Jornalismo em Maricá discute desenvolvimento sustentável no Estado do Rio
Tese analisa cobertura da Folha e do Estado sobre poluição do solo
“A cobertura jornalística sobre poluição do solo por resíduos: uma análise da produção dos jornais O Estado de S.Paulo e Folha de S.Paulo da Rio-92 a 2007”. Este é o título da tese de Maria Daniela de Araujo Vianna defendida em março deste ano no curso de Ciência Ambiental da USP. Concluiu o estudo que “a cobertura ambiental ainda está baseada, prioritariamente, em fontes oficiais presentes em 93,4% dos textos analisados”. Ainda observou a pesquisadora que “A maior parte deles ainda traz uma abordagem desconexa, pontual e alarmista sobre o tema, presa a uma visão reducionista da realidade, buscando emoldurar histórias e encaixar nelas papéis de vilões e mocinhos, justiceiros e vítimas.”
Acesse a íntegra clicando aqui.

