A dispersão e o consumo de notícias rápidas e fragmentadas nas redes sociais, que vêm ofuscando cada vez mais a mídia tradicional, têm, entre seus efeitos, a desconfiança na informação e um crescente distanciamento daqueles que a transmitem. Essa fragmentação, um fenômeno global, está crescendo rapidamente na América Latina, onde coincide com a ascensão de movimentos populistas e de extrema-direita que chegaram ao poder na Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Honduras, Paraguai e Peru.
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