O Jornalista Roberto Villar participou na semana passada, em Lima/Peru, de seminário sobre sindicatos de jornalistas e as mudanças climáticas e produziu a seguinte entrevista, divulgada no seu blog
As faculdades de jornalismo devem capacitar os jornalistas para que sejam capazes de abordar os temas ambientais além do senso comum e de maneira transversal, em qualquer editoria, não apenas nas seções de meio ambiente. A opinião é do presidente da Federação de Jornalistas da América Latina e do Caribe (Fepalc), Celso Augusto Schröder, 60 anos, que também é vice-presidente da Federação Internacional de Jornalistas (IFJ, na sigla em inglês) e presidente reeleito da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).
Por Roberto Villar Belmonte
Nesta entrevista exclusiva concedida em Lima, capital do Peru, na sexta-feira passada (27/09/13), Celso Schröder, que reside em Porto Alegre (RS), onde leciona jornalismo há 25 anos, na Famecos/PUCRS, fala também sobre a crise no jornalismo, que para ele é artificial. “O tempo do jornalismo não é e nem pode ser o mesmo tempo das redes sociais”, explica. Schröder trata ainda da volta da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão no Brasil e defende a importância de um marco regulatório para as comunicações. Continuar a ler




