Jornalismo Ambiental no Brasil e no Mundo

Notícias e conteúdos sobre a prática do jornalismo na área de meio ambiente no Brasil e no Mundo


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Vamos fazer este site descansar e priorizar as notícias no Canal do WhatsApp

Ano novo, vida nova. Antigo dito que pode ser aplicado a diversas situações. Em relação a este ‘site’ vamos faze-lo descansar alguns meses até que esteja maduro novo projeto a ser lançado provavelmente em março de 2026 tornando unidas as iniciativas que individualmente mantenho há muitos anos como, por exemplo, o site AgirAzul.com (http://www.agirazul.com) e este sobre Jornalismo Ambiental no Brasil e no Mundo (nos domínios http://www.jornalismoambiental.jor.br ou http://www.ja.jor.br) e outros.

O propósito é torna-lo viável economicamente. Quaisquer interessados (pessoas físicas ou jurídicas) em parcerias, por favor, entre em contato desde já. O critério praticamente único é que a parceria não contribua para qualquer queda na credibilidade das informações divulgadas. A iniciativa continuará eminentemente jornalística.

O canal no WhatsApp sobre Jornalismo Ambiental no Brasil e no Mundo não foi interrompido e nem será. Pode ser assinado em https://whatsapp.com/channel/0029VaSgnRq3bbVCON8AEB0L.

Ou via QR Code

Especificamente este site foi iniciado pelo esforço pessoal do jornalista e professor Roberto Villar Belmonte e depois continuado por este editor.

Mantemos ambém durante anos o site de contato inicial da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental em www.rbja.jor.br que permanecerá no ar mais algumas semanas . Com a nova diretoria da Rede já em franco trabalho, o grupo saberá recolocar a entidade que reúne centenas de jornalistas que trabalham com a questao ambiental no Brasil no espaço da web e redes sociais.

Estamos contactáveis por meio da página www.agirazul.com/contatos.

Saudações a todos,

João Batista Santafé Aguiar
Jornalista

www.joaobatista.jor.br


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Pesquisa inédita traz dados sobre os participantes da RBJA – Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental

Membros da RBJA desejam fortalecimento da rede para impulsionar parcerias jornalísticas

Pesquisa da RBJA mapeou perfil dos membros da rede e o interesse em modelo de associação

Os membros da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental (RBJA) desejam o fortalecimento da instituição para impulsionar parcerias jornalísticas e garantir a qualidade do jornalismo ambiental brasileiro. É o que indica a “Pesquisa sobre o perfil do participante da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental”, criada pela Rede para aprimorar as ações da nova Diretoria e embasar as estratégias de filiação e de funcionamento da RBJA.

A pesquisa foi veiculada pelo Formulários Google e distribuída entre maio e junho de 2025 nos grupos oficiais da RBJA no WhatsApp e na lista de e-mails, assim como pelas redes sociais da Rede. Composta por 20 perguntas, ela levantou o perfil demográfico dos membros da RBJA, o interesse em associação e as formas de interação.

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YouTube: Oficina da ABRAJI e Talanoa sobre pautas para a COP30

A Abraji e o Instituto Talanoa realizam no Youtube o treinamento online “Oficina de Pauta: como fazer matérias de adaptação climática durante a COP30”, voltado a jornalistas de todas as áreas interessadas em compreender e cobrir as discussões sobre adaptação às mudanças do clima, um dos temas centrais da COP30, que será realizada em novembro de 2025, em Belém.

A formação integra o projeto de bolsas de reportagem “Um hoje e um amanhã com adaptação climática”, lançado por Abraji e Talanoa para fortalecer a cobertura jornalística sobre o tema, que se tornou prioritário na COP30.

Jornalista Giovana Girardi é uma das participantes.

Além das nove bolsas de reportagem — R$ 5.500 para cada produção no Brasil e US$ 1.000 para reportagens internacionais — o treinamento busca ampliar o repertório dos profissionais de imprensa sobre os impactos das mudanças climáticas em diferentes dimensões da vida cotidiana.

Durante o treinamento, especialistas da Abraji e da Talanoa apresentam conceitos técnicos e políticos fundamentais, dados e exemplos práticos para ajudar jornalistas a compreenderem e explicarem o que está em jogo nas negociações internacionais de adaptação climática. Embora o tema costume ser associado ao meio ambiente, ele afeta áreas como saúde, segurança alimentar, economia, infraestrutura e políticas urbanas e rurais, o que torna sua cobertura relevante também para repórteres de outras editorias. —–

— > Para acessar o guia do Instituto Talanoa, clique no link: ADAPTAÇÃO CLIMÁTICA: Guia para cobertura jornalística

— > Para acessar o treinamento online clique no link do YouTube

Texto de divulgação, com edição

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Inscrições até 24/9: Agência France-Presse promove treinamento online sobre desinformação climática para jornalistas antes da COP30

 

Iniciativa gratuita conta com apoio da Embaixada da França no Brasil e oferecerá 75 bolsas para comunicadores de todo o país. Inscrições até 24/9.

 

Rio de Janeiro, 17 de setembro de 2025 – Com a proximidade da 30ª edição da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas COP30, entre os dias 10 e 21 de novembro de 2025 em Belém, a Agência France-Presse (AFP), agência internacional de notícias líder em verificação digital, promove um treinamento online sobre desinformação climática para jornalistas com apoio da Embaixada da França no Brasil.

A desinformação viraliza para enganar um grupo de pessoas, apoiar uma teoria conspiratória, desacreditar uma figura pública ou movimento político e/ou gerar renda através de cliques. Também pode colocar em risco a saúde e até a vida das pessoas, ameaçando mesmo o exercício de direitos básicos e influenciando a formação de opinião sobre assuntos imprescindíveis como o futuro do planeta. 

Seus efeitos na sociedade são particularmente nocivos em momentos de decisão, como será a COP30 em Belém. Nesse contexto, jornalistas devem estar mais atentos do que nunca a conteúdos suspeitos que crescem nas redes sociais e podem migrar para fora das telas, fomentando dúvidas e favorecendo a inação climática.

Quais são os principais tipos de desinformação climática? Quais formas de evitá-la? Como não cair nas armadilhas do “greenwashing”? São as perguntas chave que guiaram o programa da “Clínica de combate à desinformação climática da AFP”.

Serão 75 bolsas gratuitas oferecidas para dois encontros online exclusivos, em que serão apresentadas técnicas e ferramentas de checagem. O curso será ministrado pela jornalista Maria Clara Pestre, editora de investigação digital do AFP Checamos no Brasil.

“A AFP está feliz e orgulhosa em oferecer essa Clínica de combate à desinformação climática, com apoio da Embaixada da França no Brasil”, assinalou Thomas Morfin, diretor da AFP no Brasil. E adicionou: “Em preparação para a COP30 em Belém e em meio a tantos desafios para a informação, é essencial fornecer aos jornalistas as ferramentas para garantir um debate democrático sério e honesto sobre as questões climáticas”.

François Legué, Conselheiro de cooperação da Embaixada da França no Brasil, afirma que, com esse apoio, “a França demonstra seu compromisso em atuar, ao lado do Brasil, na defesa da informação climática, condição essencial para o sucesso da COP30 e a proteção do meio ambiente”.

“Este projeto representa um passo importante para o enriquecimento do debate público e para a qualidade dos conteúdos que serão difundidos a milhares de leitores em todo o mundo”, destacou Legué.

A proposta tem como objetivo fornecer aos participantes uma formação ampla, com base em exemplos reais verificados pela equipe global de checadores de fatos da AFP. Serão apresentadas técnicas e estratégias aplicadas pelos jornalistas da agência para encontrar informação confiável, lidar com os desafios impostos pela inteligência artificial e discernir compromissos sérios de sustentabilidade de promessas infundadas.

As inscrições estão abertas até o dia 24 de setembro e podem ser realizadas pelo link clik.now/AFP . Os encontros serão realizados nos dias 29/9 e 6/10, de forma online, das 19h às 22h.

 

Sobre a AFP

A AFP é uma agência de notícias global que fornece cobertura rápida, completa e confiável dos eventos que influenciam diretamente o planeta e nossas vidas. É signatária do código de princípios da International Fact-Checking Network (IFCN) e desde 2017, tem consolidado sua posição como líder global de investigação digital, com uma rede de 150 especialistas que produzem verificações em 26 idiomas. Em 2024, foram publicadas mais de 7.500 checagens. Em português, os textos podem ser lidos no AFP Checamos.

 


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Professor Simão Farias Almeida disponibiliza o livro “Integridade da informação climática na cobertura jornalística de desastres˜


O Professor Simão Farias Almeida, do curso do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Roraima e Líder do grupo de pesquisa Mídia, conhecimento e meio ambiente: Olhares da Amazônia está disponibilizando em PDF o livro “Integridade da informação climática na cobertura jornalística de desastres”.

Segundo o autor, “a iniciativa do e-book foi planejada a partir de nossa adesão à Rede de Parceiros da Integridade da Informação sobre Mudança do Clima, incluindo co-participação na coordenação compartilhada de eixo a respeito da produção científica do tema com organização da sociedade civil. Antes desse convite por parte do Governo Federal através de sua Secretaria de Comunicação Social, desenvolvemos projeto de pesquisa de pós-doutorado acerca do negacionismo climático, cujos resultados renderam a publicação de dois e-books, nos quais demarcamos aspectos do negacionismo relativo, capaz de confundir efeitos reversíveis e irreversíveis, e do absoluto, este último caracterizado pela legitimidade da destruição ambiental e do abandono de biomas e ecossistemas (Disrupções das fantasias do negacionismo, da perdição e da terra-formação em narrativas de emergência climática, 2024), e delimitamos semelhanças e diferenças entre os desvios informacionais desinformação, fake e negação (Como o jornalismo combate o ne-gacionismo climático, 2025).”

O Professor Simao tambem e participante da RBJA – Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental.

Para baixar o volume, clique aqui.

A publicacao foi da Ideia Editora, de João Pessoa, deste ano de 2025. Tem 89 paginas e esta dividida em capitulos de Apresentacao, Introducao, Integridade da informacao climatica e a cobertura jornalistica, Por uma disrupcao co-cultural socioambientel das mudancas climaticas e Referencias.

Redação do Jornalista João Batista Santafé Aguiar  Assine o Canal do Jornalismo Ambiental no Brasil e no Mundo sediado no WhatsApp – todas as notas publicadas aqui e algumas mais no seu celular. Link para contatos e envio de materiais para o Editor


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Jornalista: faça seu credenciamento e participe da 77ª Reunião Anual da SBPC

Cerimônia inaugural será no dia 13 de julho, no Teatro do Parque; atividades seguem até 19 de julho no campus da UFRPE, em Recife, com ampla estrutura para jornalistas

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) convida jornalistas de todo o país a se credenciarem para a cobertura da 77ª Reunião Anual, o maior evento científico da América Latina. Realizado entre os dias 13 e 19 de julho, em Recife, o encontro terá sua abertura no Teatro do Parque, no domingo (13), e a programação seguirá até o dia 19, no campus da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

Com o tema “Progresso é Ciência em Todos os Territórios”, esta Reunião Anual contará com mais de 200 atividades e reunirá especialistas, autoridades, estudantes e representantes da sociedade civil para discutir ciência, inclusão e políticas públicas em um evento gratuito e aberto ao público.

Estrutura para jornalistas

Os profissionais de imprensa terão à disposição uma infraestrutura moderna e integrada às áreas de programação, com acesso facilitado às principais atividades.

Destaques da programação científica

Os debates da programação científica abrangem temas como inteligência artificial, agroecologia, computação quântica, mudanças climáticas, segurança hídrica, educação e políticas públicas para o semiárido, entre outros.

Estão confirmadas as participações da ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos; do ministro da Educação, Camilo Santana; e do ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz.

Entre os nomes internacionais, o evento terá Sudip S. Parikh, CEO da American Association for the Advancement of Science (AAAS), que discutirá a reviravolta na política científica americana, e Brian Lin, diretor de conteúdo do EurekAlert!, que falará sobre ciência, mídia e impacto na sociedade. E ainda as professoras Anne Vortkamp, da Universidade de Münster, e Laura Bechthold do THI Ingolstadt, ambas instituições da Alemanha, participam da mesa “Women in Science and Innovation: Fostering entrepeneurship In Universities”.

A programação também inclui uma sessão especial em homenagem aos 40 anos do MCTI e atrações especiais, como:

  • SBPC Criança: oficinas científicas para crianças de até 5 anos;
  • SBPC Jovem: com planetário, feira de ciências, oficinas interativas e o Circo da Ciência;
  • SBPC Mulher: seminário sobre interseccionalidades de gênero, raça e classe na ciência;
  • SBPC Afro, Indígena e Comunidades Tradicionais: rodas de conversa, oficinas e lançamentos com quilombolas, indígenas, povos de terreiro e comunidades tradicionais;
  • SBPC Cultural: música, manifestações populares e uma tenda gastronômica multicultural.

Mais informações sobre o evento: https://ra.sbpcnet.org.br/77RA

Jornalista: Cadastre-se aqui!

Jornal da Ciência


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Toma posse nova diretoria da RBJA – Rede Brasileira de Jornalistas Ambientais

Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental (RBJA) acaba de eleger uma nova diretoria e dar posse aos seus conselhos Consultivo e Fiscal para os próximos dois anos. Espera, como isso, aprimorar as atividades e apoiar profissionais de comunicação socioambiental e estudantes. A Assembleia Geral foi realizada no dia 29 de abril de 2025.

Foram eleitos para a Diretoria Executiva como presidente, Maristela Crispim (CE); vice-presidente, Stefano Wrobleski (SP); secretário executivo, Marcio Isensee e Sá (RJ); e diretora administrativa e financeira, Catalina Leite (CE).

Maristela Crispim / foto de Adriana Pimentel

O Conselho Consultivo é composto por Aldem Bourscheit (DF), Ana Carolina Amaral (SP), Carlos Tautz (RJ), Daniel Nardin (PA), Gustavo Faleiros (SP), Ilza Maria Tourinho Girardi (RS), João Batista Santafé Aguiar (RS), José Alberto Gonçalves Pereira (SP), Juliana Arini (MT), Kátia Brasil (AM) e Wilson da Costa Bueno (SP). Integram o Conselho Fiscal Dal Marcondes (SP), Gisele Neuls (SP) e Líliam Cunha (BA).

A posse foi imediata na própria Assembleia Geral. Deixaram a Diretoria Executiva, Dal Marcondes, da Envolverde, como presidente; João Batista Santafé Aguiar, do AgirAzul.com, como vice-presidente, e Ana Carolina Amaral, da Folha de S. Paulo, como secretária-executiva.

Dal Marcondes, diretor executivo da Envolverde, explica que em 2016 um grupo de jornalistas trabalhou pela institucionalidade da RBJA e criou a organização social que, agora, elege esse nova diretoria: “meu trabalho junto à RBJA teve início em 1999, quando o Roberto Villar me convidou para participar do pequeno grupo que estava se organizando em rede para a defesa do jornalismo ambiental. Em 2005 os jornalistas paulistas deram uma contribuição para o fortalecimento da RBJA ao realizar o 1º Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental, na cidade de Santos, litoral paulista. De lá para cá, participei de todos os oito congressos. Mas, foi em 2016 que tive a honra de ser escolhido para primeiro presidente formal da RBJA. Em 2019, ainda antes da pandemia, realizamos um congresso em São Paulo e o resto é história. Nos últimos 20 anos minha vida esteve ligada à RBJA e, agora, me sinto feliz e, de alguma forma realizado, ao ver uma nova gestão, com gente mais jovem e motivada, se propor a resgatar nosso sonho de uma Rede participativa, atuante e pautada pelos temas emergenciais de nossa época”.

Já a editora-chefe da Eco Nordeste Agência de ConteúdoMaristela Crispim, que assume a direção neste momento de transição, descreve sua experiência na Rede e expectativas: “Eu me senti muito acolhida quando ingressei na RBJA, há 23 anos. Foi um período de intensas trocas e aprendizados que influenciou fortemente na minha carreira até aqui. Espero, com esta equipe diversa que montamos, dar uma contribuição para retomar o processo de institucionalização da Rede, iniciado em 2016, e trazer ainda mais benefícios para os futuros associados”.

É muito importante esse passo dado para a institucionalização da Rede, mesmo que já tenha uma atuação ativa desde 1998. Ela permitirá a sua participação em conselhos governamentais que têm representação popular. O mais importante é que precisamos, como jornalistas, atuar em bloco em defesa da vida em todas as dimensões, defender o diploma e lutar pela criação da disciplina em Jornalismo Ambiental nos cursos de Jornalismo no País. Além disso, a Rede pode estimular a pesquisa na área nas universidades bem como a criação de projetos de extensão”, afirma a professora titular aposentada e professora convidada no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e integrante do Conselho Consultivo, Ilza Maria Tourinho Girardi.

Foram divulgadas as seguintes prioridades da nova gestão da Rede:

  • Fortalecimento Institucional da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental
  • Criação de modelo de associação: critérios de adesão, formatos, benefícios, deveres, valores e outros
  • Criação de um Código de Conduta e revisão do Estatuto
  • Elaboração de termos legais e assessoria jurídica
  • Canais e formatos de engajamento
  • Definição e implementação do(s) canal(is) de engajamento entre os associados
  • Reformulação do site
  • Reformulação e criação de redes sociais
  • Revigoramento da lista de e-mails
  • Organização do IX Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental (CBJA) – Proposta de realização entre 7 e 9 de maio de 2026, no Rio de Janeiro
  • Interação com grupos de pesquisa e instituições de ensino para realização do Encontro Nacional dos Pesquisadores em Jornalismo Ambiental (ENPJA) paralelamente ao Congresso
  • Planejamento de eventos regionais intercalados com o congresso nacional

Sobre a Rede

Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental (RBJA) foi fundada em 1998 pelos jornalistas Roberto Villar Belmonte e João Batista Santafé Aguiar para viabilizar trocas e aprimorar a atividade jornalística, experiências, trocas de sugestões de pautas, construções de reportagens colaborativas. A RBJA tornou-se referência para a atividade de jornalistas que cobrem questões ambientais de todas as áreas e inclui profissionais e estudantes. Um grupo de discussões por email era a melhor forma de interações à época. A nova gestão vai propor mudanças a partir de pesquisas com os atuais participantes.

Ao longo de 27 anos, a RBJA, mesmo quando ainda funcionava informalmente, foi a responsável pela organização de oito Congressos Brasileiros sobre Jornalismo Ambiental. Em 25 de maio de 2016, a RBJA foi institucionalizada e tornou-se uma associação privada, com a aprovação de um estatuto e eleição da primeira diretoria e de outros órgãos internos.

Site e contatos

A Rede mantém o site ‘de entrada‘ no endereço www.rbja.jor.br. Ali há um formulário para os interessados em entrar no grupo de discussão por email. Além do grupo de discussão por emails mantém perfil no Facebook e grupo no WhatsApp.

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Inscrições até 30/4 – Curso gratuito oferece formação sobre mudanças climáticas para jornalistas do Rio Grande do Sul

Com inscrições abertas até 30 de abril, o curso Jornalistas pelo Clima contemplará 5 encontros com especialistas na área. As aulas acontecem no Goethe-Institut, em Porto Alegre. Como cobrir mudanças climáticas em um contexto no qual eventos extremos são cada vez mais frequentes?

No mês que marca um ano da enchente de maio no Rio Grande do Sul, as organizações Repórteres Sem Fronteiras (RSF), Nonada Jornalismo e Matinal Jornalismo promovem o curso Jornalistas pelo clima: como cobrir mudanças climáticas, orientações a jornalistas profissionais e em formação.

INSCRIÇÕES — Serão oferecidas 40 vagas, com 30% de reserva para pessoas negras (pretas e pardas), indígenas ou trans. Os participantes que compareceram a 75% dos encontros certificados. As inscrições abertas até 30 de abril e podem ser realizadas através do preenchimento do formulário disponível no link: http://bit.ly/4cCsp9i

A trilha formativa acontece em 5 encontros, de 15 a 29 de maio, sempre às terças e quintas-feiras, das 19h às 21h, no Goethe-Institut, em Porto Alegre/RS.

No curso, os participantes aprenderão sobre conceitos relacionados às mudanças climáticas e suas implicações em diversos âmbitos da sociedade, além de descobrirem técnicas de escuta sensível de vítimas de eventos extremos. A verificação de fatos relacionados à temática e ferramentas de jornalismo explicativo também integra a súmula do curso.

Haverá coffee break e momentos para networking ao longo dos encontros.Os profissionais da imprensa estão diretamente envolvidos na garantia de uma cobertura eficaz em momentos de emergência.
Para Artur Romeu, diretor do escritório para a América Latina da Repórteres Sem Fronteiras (RSF), o curso surge nesta direção: “A crise climática é uma emergência global, com impactos cada vez mais intensos e frequentes em nível local — como evidente ocorreu com a tragédia no Rio Grande do Sul”, explica.”Nesses contextos, os jornalistas têm o papel fundamental de informar a população com responsabilidade, cobrar respostas das autoridades e combater a desinformação. Para isso, precisam estar preparados – a construção de resiliência climática das redações se torna chave.” Para Artur, o diferencial da formação é o viés prático.

“O curso se destaca por sua abordagem prática e conectada com os desafios reais enfrentados por jornalistas em regiões vulneráveis”, resume. Ele explica que, além do aprendizado, o espaço será um local de troca de experiências para profissionais que vivem realidades semelhantes.

Jornalistas que participarem de pelo menos 4 de 5 encontros poderão concorrer de forma docente a cinco bolsas de R$ 1.200 para produzirem reportagens sobre a crise climática no Rio Grande do Sul. Os jornalistas selecionados são mentores dos editores de Nonada e Matinal e têm suas reportagens publicadas em dois veículos.

O resultado da seleção de participantes será divulgado no dia 6 de maio nos sites e páginas oficiais de Nonada e Matinal.Serviço:O que: Inscrições para o curso gratuito “Jornalistas pelo clima: como cobrem mudanças climáticas”

Serviço

  • Público-alvo: Jornalistas profissionais e estudantes de jornalismo
  • Data: Até 30 de abril
  • Link para inscrições: http://bit.ly/4cCsp9i



Sobre as organizações: A Repórteres Sem Fronteiras (RSF) é uma organização internacional sem fins lucrativos que trabalha pelo jornalismo livre, independente e plural em todo o mundo. Fundada em 1985, a RSF está na vanguarda da defesa e promoção da liberdade de informação. Reconhecida como de utilidade pública na França desde 1995, a RSF tem status consultivo junto às Nações Unidas, UNESCO, Conselho da Europa e Organização Internacional da Francofonia (OIF). O Nonada Jornalismo é uma organização sem fins lucrativos que articula cultura e jornalismo como pilares para a transformação social. Fundado em 2010, o Nonada promove projetos socioculturais e jornalísticos que dialogam com temas como políticas culturais, culturas populares, comunidades tradicionais, memória e patrimônio, além de abordar a intersecção entre clima e cultura. A Matinal Jornalismo é uma plataforma de jornalismo e cultura em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Criada em 2019, tem como missão colocar Porto Alegre no centro através do jornalismo local e da força da comunidade. Os veículos da Matinal produzem conteúdos locais exclusivos sobre desenvolvimento social e urbano, meio ambiente, política, cultura e identidade, com contexto, equilíbrio e independência.

Texto-divulgação. Assine o Canal do Jornalismo Ambiental no Brasil e no Mundo no WhatsApp – todas as notas publicadas aqui e algumas mais no seu celular. Link para contatos e envio de materiais para neste link.


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Congresso de 2025 da Sociedade de Jornalismo do Meio Ambiente do Estados Unidos acontece em abril, no Arizona

Visite o site do Congresso para mais informações: https://conference.sej.org/


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Serrapilheira e El Clip investem em reportagens investigativas sobre biodiversidade na Amazônia

Iniciativa prevê bolsas para jornalistas, workshop presencial de análise de dados ambientais e trabalho em conjunto com cientistas

O Instituto Serrapilheira e o Centro Latinoamericano de Investigación Periodística (El Clip) acabam de lançar um edital para jornalistas concorrerem a bolsas de reportagens investigativas sobre dados ambientais na Amazônia. O objetivo é unir jornalismo e ciência para aprofundar a compreensão pública sobre o valor da biodiversidade, ajudando na promoção de estratégias eficazes de conservação e restauração. As inscrições vão de 15 de outubro a 5 de novembro. O edital pode ser conferido aqui

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