O segundo módulo será sábado 15 de outubro e, o terceiro e último desta edição, será sábado 22 de outubro. Nos próximos encontros o debate vai será sobre as relações entre uso de agrotóxicos no RS e a mudança climática
“O desafio da cobertura jornalística diante do uso de agrotóxicos e da mudança climática“, realizado pelo Núcleo de Ecojornalistas do Rio Grande do Sul (NEJ-RS), com o apoio da Fundação Luterana de Diaconia (FLD) iniciou no último sábado (08/10).
Os jornalistas, educadores ambientais, pós-graduandos, e estudantes universitários inscritos se reuniram no auditório 2 da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Fabico/UFRGS), em Porto Alegre. A instituição é parceira do NEJ-RS e da FLD na realização da atividade, que é oferecida gratuitamente aos participantes.
O segundo módulo será sábado 15 de outubro e, o terceiro e último desta edição, será sábado 22 de outubro. Segundo a coordenadora do evento, a jornalista e mestra em Comunicação e Informação Débora Gallas, o objetivo dos próximos encontros é ampliar o debate sobre as relações entre uso de agrotóxicos no Rio Grande do Sul e a mudança climática. Continuar a ler

Entre 13h e 19h, com transmissão ao vivo pela TV PUC-Rio, os palestrantes compartilharão informações sobre os oceanos e sua biodiversidade, assim como sobre os desafios e caminhos da comunicação ambiental no cenário atual.
Para Dal Marcondes, presidente da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental: O jornalismo ambiental já atingiu uma grande maturidade no Brasil. Isso graças a esforços pessoais e coletivos, para os quais a Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental e seus membros muito contribuíram, seja nas salas de aulas, em seminários e congressos nacionais e internacionais, e no puro e simples exercício do jornalismo. Agora precisamos nos aliar a outras redes de jornalistas e buscar avançar ainda mais no direito da sociedade à informação qualificada e acessí
O curso para jornalistas e estudantes é gratuito. O público interessado deve preencher um formulário para
No próximo dia 27, às 10h na Umapaz (pq. Ibirapuera, em São Paulo, SP), haverá um painel com jornalistas que não se contentam em correr atrás de boas fontes; eles buscam também novas tecnologias, abordagens, narrativas e até novos modelos de negócio para o Jornalismo Ambiental – profissão que tem papel-chave para uma virada à sustentabilidade.
Laise Feijó, do curso de Comunicação Social da UNISINOS, publicou matéria no site da UNICOS (Unisinos Comunicação Social) sobre o evento que debateu o papel social do Jornalismo para a democracia, considerando-o como um dos agentes no processo de comunicação de riscos e na cobertura dos conflitos ambientais. O seminário de dois dias foi promovido pelo PPGCOM/UFRGS – Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da UFRGS nos dias 16 e 17 de junho de 2016.
Toda a regulamentação da 9a. edição do Prêmio FATMA de Jornalismo Ambiental pode ser conferida
O GPJA – Grupo de Pesquisa Jornalismo Ambiental surgiu da confluência de interesses acerca da questão ambiental no Jornalismo. Atualmente, o grupo reúne pesquisadores de diferentes instituições, além de estudantes de mestrado e doutorado. Em comum está o objetivo realizar estudos que venham a contribuir com a constituição de um referencial teórico para o Jornalismo Ambiental.
O Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGCOM/UFRGS) e o Grupo de Pesquisa em Jornalismo Ambiental (CNPq/UFRGS) realizam, nos dias 16 e 17 de junho de 2016, jornada de estudos com o tema Jornalismo e Conflitos Ambientais. O evento ocorre no Auditório 1 da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS(Rua Ramiro Barcelos, 2705, Campus Saúde, Bairro Santana, Porto Alegre-RS). As inscrições, gratuitas, podem ser realizadas